quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Cia. de Teatro Luna Lunera apresenta o premiado espetáculo Aqueles Dois e ministra oficina gratuita

Eletrobras, Eletronorte e Chesf trazem a Teresina a Companhia de Teatro Luna Lunera.


A Eletrobrás Eletronorte e Chesf, por meio do Ministério da Cultura, trazem a Teresina, pela primeira vez, a Cia. de Teatro Luna Lunera (Belo Horizonte/MG) com seu prestigiado espetáculo Aqueles Dois, baseado no conto do escritor gaúcho Caio Fernando Abreu (1948-1996). De 26 de fevereiro a 03 de março, a capital piauiense poderá conferir apresentações de Aqueles Dois e a oficina Ator Criador, que revela etapas da construção do espetáculo. 

Aqueles Dois estreou em 2007 e tem obtido, desde então, grande sucesso de público e crítica em sua trajetória. Cumpriu longas temporadas em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo; participou de importantes festivais nacionais e internacionais, incluindo apresentação no México; através do projeto Palco Giratório pode circular por 16 estados brasileiros, e agora, por meio do Circuito Eletrobras, patrocinado pela Eletrobras Eletronorte e Chesf, chega a sete capitais do Norte e Nordeste: Etapa Chesf (Aracaju, Belém, Maceió e Teresina) e Etapa Eletrobras Eletronorte (Boa Vista, Macapá e Manaus).

 A programação começa com a oficina Ator Criador, que acontece de 26 a 28 de fevereiro (terça à quinta), das 19h às 22h, na Sala de Dança do Teatro do Boi (Rua Minas Gerais, nº 521, Acarape). Direcionada a atores, bailarinos e estudantes de teatro, maiores de 16 anos, será ministrada por Marcelo Souza e Silva, membro da Companhia. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo www.cialunalunera.com.br e pelo e-mail cialunalunera@cialunalunera.com.br. As vagas são limitadas, podendo haver seleção entre os inscritos.

 TERESINA | Oficina Ator Criador

Eletrobras apresenta: Oficina Ator Criador: Processo de criação do espetáculo Aqueles Dois.

A oficina Ator Criador acontece de 26 a 28 de fevereiro e revela etapas da construção do espetáculo Aqueles Dois, partindo de jogos físicos, espaciais e de ações vocais. A Oficina é direcionada a atores, bailarinos e estudantes de Artes Cênicas, maiores de 16 anos.



Para se inscrever, baixe  a ficha de inscrição no site e envie, preenchida, para cialunalunera@cialunalunera.com.br, até 25/02/2013.



Ministrante: Marcelo Souza e Silva

Data: 26, 27 e 28 de fevereiro

Horário: 19h às 22h

Local: Sala de Dança do Teatro do Boi (Rua Minas Gerais, nº 521, Acarape)

Disponibilidades: 20 vagas

Material do aluno: Roupas leves e confortáveis



No final de semana, 01 a 03 de março (sexta a domingo), os palcos se abrem para as apresentações de Aqueles Dois. Na sexta-feira e no sábado, a peça acontece às 20h. No domingo, por sua vez, o espetáculo será às 19h, sempre no Teatro do Boi (Rua Minas Gerais, nº 521, Acarape). No domingo (03/03), antes da apresentação, às 16h, o público poderá participar de um bate-papo com os atores e diretores da peça, com mediação do dramaturgo e diretor Ací Campelo.
Fonte:  Ascom

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Primeiros passos para implatação do Curso de Artes Cênicas – UFPI

1º PASSO PARA GRANDE LUTA EM PROL DO TEATRO PIAUIENSE


Foto: Silmara Silva

O Reitor da Universidade Federal do Piauí, o Srº José de Arimatéia DanOtas, recebeu nessa manhã do dia 05 de Fevereiro de 2013, uma comissão composta por figuras representativas do Teatro Piauiense. Para articulação da Implantação do Curso de Teatro da UFPI. O Reitor colocou na reunião um grande interesse da Instituição na criação do Curso de Teatro. A comissão presente se mobilizará junto a classe após o carnaval para elaboração dos projetos.

Agradecimentos: Adriano Abreu Abreu, Aci Campelo Campelo, Edson Jr Jr., Lari Salles, Maykon Kawabe, Roger Ribeiro, Jesus Viana, Silmara Silva, Lorena Campelo, Wilson Costa, Chiquinho Pereira, Dora Medeiros, Lurdiha Pereira. Muito obrigada!!!

Texto e foto: Facebook de Silmara Silva

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Indígena denuncia ‘mentiras da Globo’

No vídeo gravado na véspera e divulgado no blog Maria Frô, na internet, nesta segunda-feira, um índio da Tribo Maracanã cobra explicação sobre a responsabilidade e a veracidade da informação veiculada pela Globonews, uma das emissoras da Rede Globo. A matéria afirma que manifestantes faziam uso de drogas dentro do Museu do Índio.
O indígena, de dedo em riste, denuncia a matéria veiculada como uma “mentira para encobrir um crime maior que é o da a remoção de indígenas e não indígenas para obras de especulação imobiliária para os eventos da Copa”, afirma Maria Frô.


Comunidade segura

Na disputa pela área onde se situa o Museu do Índio, a Defensoria Pública do Estado do Rio (DPE-RJ) obteve na Justiça uma liminar que suspendeu a retirada da Aldeia Maracanã do prédio do antigo Museu do Índio, marcada para esta segunda-feira. A Defensoria Pública da União do Rio (DPU-RJ) também informou que pretende recorrer, ainda esta semana, à Comissão Interamericana dos Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA), em Washington, nos Estados Unidos. Neste sábado, o Batalhão de Choque da Policia Militar foi acionado para remover os índios do local, mas foi impedida de seguir adiante por não dispor de um mandato de imissão de posse. No mesmo sábado, foi deferida uma liminar pela Justiça que impede a retirada dos índios.

Ainda nesta segunda-feira, a Procuradoria Regional da República do Rio (PRR-RJ) impetrou um agravo junto ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) para reverter a decisão da presidente daquela corte, desembargadora Maria Helena Cisne, que cassou duas liminares de juízes federais que impediam a remoção dos índios e a derrubada do prédio. Segundo o procurador regional Newton Pena é descabida a insinuação do governo estadual que a manutenção do prédio e da aldeia indígena colocam em risco a realização da Copa do mundo.

De acordo com o Agravo, não é a preservação do imóvel e da aldeia dos índios que “dá causa ao risco, mas sim um grave vício do projeto de reforma desenvolvido pelo Estado, que em manifesto desprezo ao interesse público, desconsiderou a existência de bens impregnados por interesses indisponíveis”.


Fonte: Maria Flôr